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terça-feira, 1 de junho de 2010

as quatro virtudes cardeais


No livro "A República", Sócrates descreve as quatro virtudes cardeais: temperança, justiça, prudência e fortaleza. Um Homem na posse destas quatro virtudes é «auto-suficiente e por isso se basta a si mesmo para ser feliz». Esta é a característica distintiva do Homem bom, honesto e feliz.

Temperança: controlar os prazeres corporais (ou sensitivos) através do uso da razão.

Justiça: é o elemento essencial para a felicidade do Homem. A justiça consiste em cada Homem ocupar-se de uma função para a qual a sua natureza é mais adequada, segundo as suas aptidões e características. Ou seja, cada um faz a sua parte para o benefício de todos. Se cada indivíduo praticar a justiça, consequentemente o Belo e a Sabedoria governarão a sociedade.

Prudência: a sabedoria de escolher o que é melhor para o indivíduo e para a comunidade. A acção deve ser guiada pela compreensão racional do mundo e da vida.

Fortaleza: a coragem de enfrentar as adversidades. Quer a vontade de prazer, quer o receio de sofrer, não devem abalar as convicções do Homem.


quarta-feira, 14 de abril de 2010

sócrates:

"Aqueles que o que de melhor têm para dar é o corpo, são por natureza escravos".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

leitura platónica

Às 02h50 de Sábado terminei a leitura de "Estado Civil" de Pedro Mexia. Gostei muito do livro, pois é um livro que se pode considerar um diário, género literário que costumo apreciar (como por exemplo o "Diário Íntimo de Amiel" ou o "Diário de Kafka") e por outro lado revi-me na maioria das ideias expostas pelo autor. Parece-me ser um livro a que vou voltar frequentemente. 


Hoje vou começar a ler "A República" de Platão. Pelo que tenho lido sobre a obra trata-se de um diálogo narrado por Sócrates, em que se tenta alcançar a definição de justiça, bem como quais seriam as características fundamentais para se formar uma sociedade perfeita.